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30 de novembro de 2017

Participação militar chinesa ao lado de Assad na Síria


China vai implantar tropas para lutar ao lado de Assad na Síria


China's Army ground troops [file photo]A China planeja enviar tropas para a Síria para ajudar as forças do presidente Bashar Al-Assad, de acordo com o New Khaleej.
De acordo com fontes informadas, o movimento ocorre quando a China se preocupa cada vez mais com a presença de militantes islâmicos na região do Turquestão Oriental, que foram avistados ajudando grupos da oposição na Síria.
Na semana passada, durante uma reunião com o assessor presidencial sírio Bouthaina Shaaban, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, elogiou os esforços do regime para combater os combatentes do Movimento Islâmico do Turquistão Oriental.
O regime sírio também afirmou que cerca de 5.000 combatentes de origem uigur, uma minoria muçulmana étnica que as autoridades chinesas acusam regularmente de terrorismo, chegaram na Síria, passando ilegalmente pelo Sudeste Asiático e Turquia.
As fontes disseram que o Ministério da Defesa da China pretende enviar duas unidades conhecidas como "Tigres da Sibéria" e os "Tigres da Noite" das Forças de Operações Especiais para ajudar as tropas do governo sírio.
Esta não é a primeira vez que as tropas chinesas cruzaram a Síria; em 2015, o regime sírio permitiu que cerca de 5.000 soldados entrassem no seu território como forças aliadas e os estacionassem na região ocidental de Latakia. Os conselheiros militares chineses também estavam entre a implantação, bem como recursos navais e aéreos.
A China é um dos cinco poderes de veto do Conselho de Segurança da ONU e, juntamente com a Rússia, usou seu poder em mais de uma ocasião para proteger os interesses do regime sírio.
O apoio russo deu ao governo uma vantagem na guerra civil de seis anos, especialmente quando a batalha contra Daesh chegou ao fim.
Acredita-se que mais de meio milhão de pessoas morreram desde 2011, a grande maioria do governo de Assad e as forças aliadas. O regime também usou armas químicas contra civis e impediu que a ajuda atingisse os afetados no chão. Os funcionários das Nações Unidas ainda estimam que cerca de dez milhões de pessoas foram deslocadas como resultado da luta.

29 de setembro de 2015

China segue a caminho da Síria

China transporta contingente militar e armas para Síria

China PLA Navy - 2
Um contingente militar da República Popular da China, a caminho de Latakia, na Síria, é esperado a qualquer momento para o desembarque em portos da região. Outro navio chinês de transporte, com carga militar, também foi avistado na 3ª-feira pela manhã, cruzando o canal de Suez, segundo o diário árabe Al Masdar News.
Informações sobre especialistas militares chineses a caminho de Tartus foram confirmadas pelo comandante do Exército Sírio. A matéria conclui que Moscou criará, na Síria, uma coalizão antiterror que será versão alternativa da aliança que os EUA formaram para abastecer e armar os terroristas do ISIS.
A entrada da China na luta pela Síria será importante acréscimo à declaração de hoje, do Ministério de Relações Exteriores do Irã. Em conferência de imprensa com RT, o vice-ministro de Relações Exteriores do Irã Hossein Amir Abdollahian declarou que o Irã se integrará à coalizão organizada pela Rússia, para combater contra o ISIS. Significativamente, Amir não falou de uma “aliança”, mas de se criar ampla coalizão militar.
— Consideramos bem-vinda a proposta do presidente russo para o estabelecimento de uma frente comum na luta contra o terrorismo, e estamos prontos para a iniciativa de operações conjuntas e cooperação – disse o vice-ministro iraniano de Relações Exteriores.
Que Rússia e Irã combaterão juntos contra os terroristas, fontes russas já anunciavam há uma semana. E a chegada da China para contribuir como mais uma força no grupo de apoio é mais do que se poderia ter imaginado. A presença da coalizão internacional altera a favor de Moscou o equilíbrio de poder – deixando livres as mãos russas para ação militar direta no Oriente Médio, com apoio do Irã. Na nova situação geopolítica, a Rússia volta a se integrar ao Oriente Médio.
FONTES: Correio do Brasil/Agências Internacionais