23 de janeiro de 2015

Avisos sobre recessão no Brasil aumentam

Brasil corre o risco de recessão 

Departamento de SAO PAULO / BRASILIA  

23 de janeiro de 2015
O presidente do Brasil, Dilma Rousseff, fala durante café da manhã com a mídia no Palácio do Planalto, em Brasília, 22 de dezembro de 2014. REUTERS / Joedson Alves
  A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, fala durante café da manhã com a mídia no Palácio do Planalto, em Brasília, 22 de dezembro de 2014.

Crédito: Reuters / Joedson Alves

SAO PAULO / BRASÍLIA (Reuters) - A cruzada da presidente do Brasil, Dilma Rousseff para reconquistar a confiança dos investidores confiou os formuladores de políticas com a dura missão de caminhadas das taxas de juros, enquanto os principais bancos centrais cortá-las, aumentando a perspectiva de uma nova recessão na maior economia da América Latina.

Como ele impulsionou a taxa Selic para 12,25 por cento na quarta-feira, o terceiro aumento da taxa consecutivo desde que a Rousseff venceu a reeleição em outubro, o banco central do Brasil procurou cumprir a sua promessa de fazer "o que for preciso" para derrubar a inflação atualmente em execução noa proximidade de 6,5 por cento ao ano.

O movimento deixou o Banco Central do Brasil em desacordo com o Banco Central Europeu, que revelou um programa de compra de títulos maciça na quinta-feira, bem como os formuladores de políticas no Canadá, Dinamarca, Índia e Turquia, que recentemente cortou as taxas de juros após a queda acentuada no preço do petróleo e as previsões de crescimento global mais lento.

A estratégia do Brasil parece estar dando resultado, por enquanto.

Os investidores, também incentivaram por um pacote de medidas de austeridade apresentado esta semana, foram cautelosamente a compra de títulos do governo e de condução taxas de juro de longo prazo mais baixo.

O real brasileiro BRL = ganhou 3 por cento desde o início do ano, enquanto os retornos dos títulos do governo em moeda local totalizaram 4,9 por cento em termos de dólares durante o mesmo período, de acordo com um índice de referência JP Morgan .

Isso tem proporcionado rara boa notícia para Rousseff, que tem sido de outra forma atingida por uma economia fraca, mergulhando a confiança das empresas, apagões de energia e de um escândalo de corrupção desde que começou seu segundo mandato em 1º de janeiro.

  Javier Murcio, um gerente de portfólio baseado em Boston em Standish Mellon Asset Management, que administra US $ 10 bilhões em ativos de mercados emergentes, disse que o fundo estava atualmente "um pouco acima do peso" na dívida em moeda local do Brasil.

"Se vemos uma melhoria das condições macro, então vamos ir mais acima do peso", disse ele.

  Entradas de dólares também tem pego como investidores tentam tirar proveito de uma das maiores taxas de juros do mundo. Sobre 2.3 bilhões dólares americanos voaram para o Brasil durante a semana que terminou em 16 de janeiro praticamente compensando as saídas de US $ 2,4 bilhões registrados nos primeiros nove dias do ano, dados do Banco Central mostrou  a BRCAPF = IPI.
 

Caminho Perigoso 

No entanto, o banco central está indo por um caminho perigoso que vai conduzir a maior economia da América Latina em uma dura recessão pela segunda vez em menos de dois anos, após uma breve contração no ano passado.

Isso, por sua vez, tem os investidores se perguntando se Rousseff, uma esquerdista, terá o estômago necessário para manter políticas impopulares, como a elevação das taxas.

"A grande questão é se essas políticas têm o apoio político necessário", disse Enestor dos Santos, economista do BBVA em Madrid. "Talvez o plano inicial era implementar um pequeno ajuste que não levaria a economia para uma recessão, mas, se isso não acontecer assim, o governo vai continuar a apoiá-lo?"

A retirada de medidas de austeridade recentemente revelados poderia rock mercados financeiros brasileiros, levando os investidores para fora do país e custando Brasil sua classificação de grau de investimento cobiçado.

A subida das taxas de juro já tem ferido o poder de compra dos brasileiros, com 2.014 vendas no varejo acredita ter postado o seu pior desempenho em 11 anos.  Mortgages também ficaram mais caros após state-credor Caixa Econômica Federal na semana passada elevou as taxas de empréstimo para tão alto quanto 11 por cento, de 9,2 por cento.

Os economistas já esperava um ano difícil, com previsões para um crescimento de apenas 0,32 por cento econômica, de acordo com uma pesquisa semanal do Banco Central de cerca de 100 analistas.

Other economic headwinds abound. Outros ventos contrários econômicos abundam.

Um escândalo de corrupção que alarga a companhia petrolífera estatal Petrobras (PETR4.SA) desacelerou o investimento no setor de petróleo, enquanto um projecto prolongada está a aumentar drasticamente o custo de geração de energia baseada em hidrelétrica do Brasil.

  Os preços mais baixos das commodities também tornam mais difícil para o país para restaurar a sua balança comercial, que em 2014 registrou seu primeiro déficit em 14 anos.

Apesar desses problemas, o banco central na quarta-feira deixou a porta aberta para elevar a taxa Selic de base em mais 50 pontos base, em sua próxima reunião, em vez de diminuir o ritmo de aperto monetário, como muitos economistas esperavam.

Os bancos têm vindo a reduzir suas previsões para o crescimento econômico do Brasil, como resultado. Alguns, como o HSBC e Credit Suisse, agora esperam que o produto interno bruto a contrair 0,5 por cento este ano.

  "Não há dúvida (a política do banco central) está tendo um impacto negativo sobre a economia", disse Santos do BBVA.
 
(Reportagem adicional de Gertrude Chavez-Dreyfuss e Daniel Bases em Nova York, Alonso Soto , em Brasília, Edição de Brian Winter e Andrew Hay)

Um comentário:

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Josiel Dias
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